As trincas podem surgir em função da má execução das juntas ou em decorrência da movimentação da estrutura do edifício (variações térmicas ou mecânicas). Quanto à ação corretiva trata-se de um processo cuidadoso de remoção da junta existente (massa seca e fita). Remover o máximo possível desses elementos, sem comprometer o cartão que reveste a placa de gesso. Após este processo, efetuar o processo de tratamento das juntas. Após secagem lixar e repintar. OBS. Fissuras podem ocorrer, sobretudo, pelo uso de gesso em pó no tratamento das juntas.
As juntas entre placas são parte integrante de uma instalação em drywall. Portanto, o tratamento é a maneira que se realiza uma junta. Elas devem ser consistentes para assegurar ao longo da vida útil do edifício a continuidade mecânica entre as placas, como uma superfície única e sem fissuras. Elas contribuem também para uma melhor proteção ao fogo e para o isolamento acústico.
Os procedimentos são os mesmos utilizados na aplicação de revestimento cerâmico em alvenarias convencionais, salvo a utilização de argamassas de assentamento flexível normalmente utilizado para áreas externas.
É necessário redobrar a atenção com o nivelamento das juntas, reduzindo o espaçamento dos montantes para 400mm (no máximo) e não utilizar laminados com espessura inferior a 1,2mm.
Tomando os cuidados necessários, todos os tipos de acabamento são compatíveis com as placas: pintura, azulejo, fórmica, mármore, madeira, laminados melamínicos, etc.
A pintura, em geral, é a última fase da execução de uma superfície com placas de gesso acartonado. Portanto, é ela que define a aparência final da superfície e se mal executada pode comprometer o resultado. Assim:
A - Verificar as condições da obra. Todas as juntas devem estar emassadas e as massas totalmente secas. Procede-se então ao lixamento, somente das áreas emassadas que são: as juntas de rebaixo, juntas de topo, juntas de contorno e cabeças dos parafusos, com lixas de grana 120 e 180 respectivamente, eliminando todas as rebarbas e todos os ressaltos ou ondulações salientes. Este lixamento deve ser executado com a lixa sobre um taco de madeira formando uma superfície plana de lixamento ao invés dos dedos das mãos cujas superfícies ficam irregulares. Não executar a pintura direta sobre a superfície rejuntada sem antes executar o lixamento acima.
B - Após eliminar as saliências, procede-se ao emassamento com massa corrida à base de PVA, em toda a superfície com passadas extensas. Essa massa deve cobrir qualquer ondulação reentrante e ao mesmo tempo igualar a superfície do cartão e das massas, uniformizando a textura e a cor dos dois elementos.
C - Após a secagem lixa-se a superfície total fazendo uma nova correção de eventuais defeitos.
D - Sempre a cada novo emassamento e secagem, novo lixamento.
E - A superfície está pronta para receber a pintura (látex, acrílico, etc.). Normalmente com duas demãos de tinta, conclui-se o trabalho. Esta operação vai depender do poder de recobrimento da tinta utilizada.
Obs.: Tintas ou massas texturizadas só devem ser aplicadas diretamente sobre a superfície rejuntada (sem massa corrida), após teste em loco.
São massas para juntas, fitas, cantoneiras, etc., utilizadas no processo de rejuntamento das placas ou para acabamentos generalizados, na construção ou manutenção de uma parede, de um forro ou de um revestimento em gesso.
São parafusos, apoios, suportes, suspensões e presilhas que permitem a construção dos sistemas.
São perfis de aço galvanizado, com tratamento do tipo B (260gr/m2) que, em conjunto com as placas permitem a construção de paredes, forros e revestimentos. Podem ser guias, montantes, cantoneiras ou rodapés.
Pode-se realizar o simples enfitamento e emassamento da junta, quando os materiais de acabamento da parede e do forro forem compatíveis. Caso contrário ou caso deseje-se um friso entre a parede e o forro, perfis metálicos apropriados podem realizar a função de “tabica” (nome comum deste friso).
Tabicas metálicas perfuradas aplicadas no contorno do forro possibilitam o retorno do ar-condicionado.
Aberturas em geral são possíveis de serem executadas. Porém, no caso das luminárias ou de qualquer outro elemento a ser instalado do nível do forro, é indispensável que este equipamento tenha sua fixação própria efetuada na laje ou em outra estrutura. Portanto, jamais instalar luminárias na estrutura do forro que foi projetado somente para sua própria sustentação.
Sim. Providenciando uma estrutura corretamente calandrada (encurvada) e cortes específicos nas placas, é possível a execução de curvas com raio mínimo de 1,20m.
Os forros monolíticos têm a aparência de uma laje plana.
O plenum mínimo para montagem com o sistema convencional é de 15 cm. Utilizando o sistema corretamente e tirantes de qualidade, praticamente não existe um limite para a distância máxima.
O peso médio por metro quadrado é de 12 kg.
Eles podem ser caracterizados pela dimensão da placa, espessura, peso, tipo de borda, variação dos acabamentos como textura, perfuração, fissura e tonalidade. Apresentam índices de absorção e atenuação acústica além de condutividade térmica, resistência à umidade, resistência ao fogo, propagação de chamas e geração de fumaça e reflectância luminosa.
É a capacidade dos materiais ou do ambiente de absorver o som direto ou indireto.
É a medida de redução de transmissão do som entre um ambiente e outro através do plenum (área entre o forro e a cobertura) de acordo com a ASTM E 1414, além da redução de decibéis (perda na transmissão) obtida nas 16 frequências em relação a uma curva de referência e em acordo com a ASTM E 413. Performance Acústica é classificada pelo UL, Underwriters Laboratories Inc.
O coeficiente K quantifica a capacidade do material de ser atravessado por um fluxo de calor induzido por uma diferença de temperatura entre dois ambientes. Define-se como sendo “o fluxo de calor que atravessa, a unidade de tempo, a unidade de área do elemento constituído do material, quando se estabelece uma diferença unitária de temperatura entre o ar confinante com suas faces opostas”. Unidade de medida: W/m.K
É a medida do som absorvido por um determinado material. A designação numérica representa a média dos coeficientes de absorção dos materiais em 250Hz, 500Hz, 1000Hz e 2000Hz, arredondando a 0,05 decimais quando testado de acordo com a ASTM C 423. Performance Acústica é classificada pelo UL, Underwriters Laboratories Inc.
Distância entre o forro e a cobertura (laje, telhado, etc).
Índice de capacidade do material de propagar fogo em condições de teste, definido por normas. Os procedimentos do teste são freqüentemente conhecidos como o método de teste do túnel.
É o percentual de luz refletida pela superfície do forro, de acordo com normas.
É a capacidade dos materiais ou do ambiente de refletir o som direto ou indireto, causando reverberação.
É a medida obtida no ponto de contato direto ou na presença de água parada. Painéis com alta resistência à umidade são menos sujeitos a deformação no ponto.
É o efeito que dificulta a compreensão do som, tornando-o ininteligível.
É um sistema de vedação suspenso entre o ambiente e a sua cobertura (laje, telhado, etc) formado por placas modulares e sistema de perfis aparentes. As placas podem ser removidas permitindo o acesso para manutenção das instalações existentes no plenum como ar condicionado, elétrica, calefação, ventilação, sistema contra incêndio, som etc.
A Placo comercializa forros removíveis em fibra mineral e em gesso.
Proporcionar acabamento com controle das condições acústicas, ou seja, a propagação do som dentro de um ambiente. O uso de um sistema de forro pode absorver ou isolar o som de um ambiente.
A ASTM E 1264 classifica os produtos para forros acústicos conforme o tipo de material, o padrão superficial e o índice de propagação superficial de chama.
Os forros de fibra mineral devem permanecer na embalagem original, em local seco e ventilado, protegido das intempéries (ações de sol e chuva), sobre estrado de madeira plano e nivelado.
Para um correto manuseio das placas de fibra mineral, lavar as mãos ou utilizar luvas limpas para não deixar resíduos na placa.
O transporte do produto deve ser feito com cuidado, evitando choques ou atritos.
Para simples remoção de pó usar escova de pêlos macios ou aspirador de pó. Em caso de remoção de pequenas manchas ou sujeira, use uma esponja levemente umedecida em água.
É um forro produzido a partir de fibras minerais orgânicas e inorgânicas que resulta em diversos padrões de acabamento e diferentes características técnicas. Apresentam acabamento em pintura vinílica a base de látex na face aparente e recebem uma proteção de resina na face não aparente, aumentando a resistência à umidade sem fechar os poros da fibra.
Não, a Placo não recomenda a utilização dos forros acústicos de fibra mineral para áreas externas, piscinas, saunas e chuveiros.
Sim. Alguns produtos podem ser pintados com tintas à base de látex. Devem ser aplicadas em finas camadas, evitando o fechamento das fissuras e perfurações dos painéis, para não comprometer a qualidade acústica e resistência ao fogo do produto.
Não. Os forros não são fabricados com asbestos.
Não. É recomendado que nas edificações com cobertura de fibrocimento ou metálica seja utilizada uma manta de lã mineral ou isolante térmico protegendo as placas de fibra mineral das variações de temperatura e de umidade, proporcionando isolamento térmico no forro e no ambiente.
A-Antes, durante e após a instalação dos forros, as áreas que os acondicionam devem ter umidade relativa do ar de até 90% e variação de temperatura entre 16ºC e 40ºC.
B-Os serviços de concretagem, acabamento, instalação de caixilhos, vidros e afins devem ser totalmente finalizados, secos e limpos antes da instalação do forro ou, no mínimo, ter a coordenação do responsável da obra para não ocorrer nenhum dano ao produto no momento da instalação.
C-Os sistemas de ar condicionado, calefação e ventilação devem estar em operação quando da instalação do forro, garantindo assim as condições necessárias de temperatura e umidade relativa do ar. Goteiras, vazamentos, vibrações, produtos químicos ou vapores danificam as placas do forro.
D-Recomendamos não utilizar a estrutura do forro para fixar grelhas de ar condicionado, luminárias e afins. O excesso de peso pode comprometer a estrutura do sistema instalado (placa e perfil).
Os pendurais devem ser instalados a cada 1,25m. Verificar corretamente o tipo de estrutura que deve ser necessário antes de começar a instalação.
O forro pode ser limpo com escova de pelos macios e suaves ou pano úmido com detergente neutro.
É um forro formado por placas composta por um núcleo de gesso natural e aditivos, revestida com duas lâminas de cartão duplex. O acabamento da superfície aparente pode ser em pintura vinílica à base de látex garantindo uma superfície altamente reflexiva ou revestido com película de PVC, variando textura, perfuração, fissura e borda.
Não recomendamos a aplicação dos forros diretamente abaixo de coberturas metálicas ou fibrocimento sem isolamento térmico ou com ventilação prevista, justamente para não ocorrer a deformação do forro devido alterações de temperaturas emitidas pela cobertura.
Sim, desde que utilizado rolo de lã ou espuma, para não fechar as perfurações e fissuras das placas, perdendo assim as características acústicas.
Não, a Placo não recomenda a utilização dos forros de gesso para áreas externas.
O forro pode ser limpo com escova de pelos macios e suaves ou pano úmido com detergente neutro.
É um forro formado por placas composta por um núcleo de gesso natural e aditivos, revestida com duas lâminas de cartão duplex. O acabamento da superfície aparente pode ser em pintura vinílica à base de látex garantindo uma superfície altamente reflexiva ou revestido com película de PVC, variando textura, perfuração, fissura e borda.
Não recomendamos a aplicação dos forros diretamente abaixo de coberturas metálicas ou fibrocimento sem isolamento térmico ou com ventilação prevista, justamente para não ocorrer a deformação do forro devido alterações de temperaturas emitidas pela cobertura.
Sim, desde que utilizado rolo de lã ou espuma, para não fechar as perfurações e fissuras das placas, perdendo assim as características acústicas.
Não, a Placo não recomenda a utilização dos forros de gesso para áreas externas.
Os pendurais devem ser instalados a cada 1,00 m. Verificar corretamente o tipo de estrutura que deve ser necessário antes de começar a instalação.
Sim. Os fabricantes mantêm cursos regulares, além de Distribuidores e algumas organizações de ensino (SENAI). Visite nesta página a programação de cursos da Placo do Brasil.
É necessário que o instalador esteja munido de um kit básico de ferramentas para:
-Corte a acabamento das placas;
-Corte e fixação dos perfis metálicos;
-Posicionamento das placas;
-Fixação das placas à estrutura metálica;
-Tratamento das juntas entre placas;
-Marcação;
-Execução de aberturas circulares em placas.
É recomendado que a instalação seja feita por profissionais especializados para um bom resultado e qualidade final da obra, de preferência por instaladores indicados pelos fabricantes. Visite nesta página a relação de Distribuidores e Instaladores que trabalham com produtos da Placo do Brasil.
Sim. As paredes são testadas em laboratórios para a análise do comportamento sob a ação de esforços mecânicos. Os resultados garantem resistência aos choques e impactos de uso, atendendo a mesma Norma NBR 1313 para divisórias leves internas moduladas e a critérios do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas.
As paredes podem ser retas ou curvas, inclusive para áreas molhadas (banheiros, cozinhas, áreas de serviço, etc.), com possibilidade de instalações elétricas ou hidráulicas internamente. Com componentes internos, como lã mineral (lã de vidro ou lã de rocha), podem ter melhor performance térmica ou acústica.
Sim. Se o batente for fixado por parafusos, três reforços de madeira tratada devem ser inseridos nos montantes do requadro. Caso a fixação escolhida seja espuma de poliuretano basta dimensionar corretamente o vão para sua aplicação.
Sim. Utilizando dois perfis auxiliares com formato tubular para cada lado da rede, fixados adequadamente no piso e no teto e ligados por uma travessa horizontal soldada na altura da fixação da rede. Esta estrutura auxiliar fica embutida na parede com o gancho aparente.
Sim. As instalações passam no espaço interno entre as placas de gesso e reparos podem ser facilmente realizados criando janelas de acesso, sem demolições completas das paredes ou inutilização de pisos. É uma operação relativamente simples sem muita sujeira e pouco entulho.
Com muito cuidado no desmonte, alguns perfis poderão ser reutilizados ao menos uma vez mais, porém o ideal é a instalação completa de um novo material.
Sim. Indica-se a utilização de banda acústica (fita de borracha) entre a guia inferior e o piso. Vale lembrar que as placas sobre as quais as paredes serão fixadas não mais serão passíveis de remoção para inspeção.
Não. As paredes em drywall são recomendadas exclusivamente para uso interno.
Sim. O colchão de ar existente entre as placas de gesso amortece a transmissão de onda sonora. Por isso, o isolamento acústico é, no mínimo, igual ao de uma parede de tijolos. O isolamento acústico ainda pode ser ampliado introduzindo-se lã mineral (de vidro ou de rocha) no interior da parede.
Esses pontos devem receber reforços estruturais que podem ser em madeira (tratada) ou metálicos. É necessário abrir janelas entre os montantes para que os reforços possam ser fixados neles. Após o fechamento da abertura com o mesmo pedaço de placa retirado, procede-se o tratamento de juntas com fita e massa nas emendas das placas.
A composição mais simples (uma placa + perfil + uma placa) tem seu isolamento acústico em 36dB, sendo que a simples utilização de uma lã mineral de 50mm de espessura no interior do sistema eleva esse índice para 42dB. A maior quantidade de placas na superfície da parede é diretamente proporcional ao seu índice de isolamento acústico, sendo utilizado até na divisão entre salas de cinema e espetáculos.
Basicamente uma parede pode ser composta por montantes metálicos verticais, encaixados em guias horizontais, no piso e no teto, onde são parafusadas as placas de gesso que receberão posteriormente o tratamento das juntas e o acabamento desejado.
Sim. Neste caso é indicada a utilização de uma banda acústica (fita de borracha) entre a guia inferior e o piso.
Não. As características das placas em gesso permite o seu uso somente para áreas exclusivamente internas.
Sim. Para estas áreas existem as placas Resistentes à Umidade (RU), produzidas especialmente para este tipo de aplicação. Possuem na composição do gesso, aditivos especiais que as tornam mais resistentes aos vapores e aos fungos resultantes da ação da umidade. Para as áreas constantemente molhadas (ex. Box de chuveiros) é indispensável à impermeabilização. Deve ser realizado o tratamento da base da parede com rodapé de impermeabilização. Recomenda-se o uso de mantas asfálticas com 10 a 20 cm de altura ou a aplicação de uma junta elástica na junção da placa RU (Resistente à Umidade) com o piso, seguida de pintura cristalizante subindo mais ou menos 20 cm na parede.
A combinação das placas com os elementos estruturais e de acabamentos permite a construção de paredes, forros e revestimentos.
É uma placa composta por um núcleo de gesso natural (CaSO4.2H2O) e aditivos, revestida com duas lâminas de cartão duplex, produzida industrialmente com um rigoroso controle de qualidade, para uso exclusivamente interno. O gesso proporciona a resistência à compressão e o cartão resistência à tração. A união destes dois elementos torna a placa muito resistente. Variam conforme tipo de placa, tipo de borda, espessura, dimensão e peso.
Os fabricantes podem ter diferentes alternativas de dimensões. Porém normalmente têm-se:
- Para paredes: placas com 1,20m de largura e comprimentos variando de 1,80m até 3,00m.
- Para forros: as placas citadas acima além das com larguras de 0,60m e comprimentos de 2,00m e 2,50m.
Placas Standard (ST): 8,0mm 9,5mm, 12,5mm e 15,0mm de espessura.
Placas Resistentes ao Fogo (RF): 9,5mm, 12,5mm e 15,0 mm de espessura.
Placas Resistentes à Umidade (RU): 9,5mm, 12,5mm e 15,0mm de espessura.
Estão disponíveis as placas com Borda Rebaixada para tratamento de juntas e as placas de Borda Quadrada para uso em forros removíveis e divisórias.
Estão disponíveis no mercado as placas Standard (ST), destinadas para áreas secas; as placas Resistentes ao Fogo (RF) destinadas a áreas com exigências especiais de resistência ao fogo e, as placas Resistentes à Umidade (RU) destinadas a ambientes sujeitos à ação da umidade, por tempo limitado (de forma intermitente).
-Revestimento colado: Representa o revestimento de menor espessura, onde as placas de gesso são coladas com massa adesiva sobre a superfície a ser revestida, recebendo posteriormente o tratamento das juntas e acabamentos desejados.
-Revestimento estruturado: É o revestimento com perfis metálicos próximos ou encostados a superfície a ser revestida, recobertos com as placas de gesso parafusadas e recebendo posteriormente o tratamento convencional de juntas e acabamento desejado. Esse revestimento possibilita tanto o resultado visual desejado para o revestimento quanto à inserção de instalações específicas ou de lã mineral para melhorias térmicas e acústicas.
Considerar que todo o problema de isolamento acústico será solucionado somente por este sistema é um engano. Contudo, o som aéreo poderá ser parcialmente suavizado com um revestimento estruturado que contenha lã mineral no seu interior. Índices maiores de isolamento podem ser atingidos com composições mais específicas (mais camadas de placas, alterações na estrutura ou lãs minerais mais densas).
Claro. A beleza do ambiente dependerá do projeto de arquitetura e do seu toque pessoal. A qualidade do acabamento é igual ou até superior à de uma parede convencional, porém o sistema é mais racional e extremamente versátil para a manutenção e futuras reformas.
Em drywall, pela própria natureza da tecnologia. As instalações elétricas e hidráulicas passam pelo interior das paredes, agilizando o acesso. Os reparos são facilmente executados, sem "quebra-quebra" da parede ou do piso.
Sim, há mais de 10 anos, pelas melhores construtoras, nos mais modernos empreendimentos residencias e comerciais.
Totalmente. As estruturas metálicas são fabricadas em aço galvanizado para garantir a resistência do drywall aos impactos normais do dia-a-dia. O sistema é testado em laboratórios dentro dos mais rígidos critérios, para que o drywall suporte, com toda segurança, portas, armários, estantes etc.
Sim. As propriedades das placas de gesso contribuem para regular e estabilizar a temperatura. Dessa forma, o ambiente fica fresquinho no verão e quentinho no inverno.
Sim. Por isso, o sistema é utilizado nas melhores casas de shows, salas de concerto, cinemas etc. A proteção sonora de uma parede em drywall é no mínimo igual à de alvenaria. Mas o drywall ainda permite composição de duas ou mais placas de gesso com lã mineral, para atender às mais exigentes especificações de isolamento acústico.
Sim, pelo uso mais racional do dinheiro. Com o projeto em mãos, você faz o orçamento e sabe exatamente o quanto vai investir, evitando gastos extras. A execução é rápida, limpa e realizada por profissionais especializados, sem desperdício nem custos com remoção de entulho.
Sim. Todo tipo de objeto pode ser fixado em drywall. As lojas especializadas vendem buchas do tipo expansivas ou basculantes, que são ancoradas direto na placa. Cozinhas e outras áreas que exigem armários mais pesados ou suporte de TV devem ser especificadas no projeto, para que a estrutura do sistema seja reforçada.
Sim. Neste caso, o drywall funciona exatamente como uma parede convencional, com a vantagem de oferecer uma superfície lisa e já pronta para o acabamento.
Sim. Para essas áreas são especificadas as placas verdes, com proteção antifungo, resistentes à umidade. A impermeabilização deve seguir os procedimentos adotados como padrão para áreas úmidas em alvenaria.
Sim, porque a praticidade é um dos maiores benefícios do drywall. Você pode ampliar a sala, construir o quarto do bebê, projetar o home theater, enfim, adaptar a casa de acordo com o seu momento de vida, com facilidade e economia.
Construção a seco é uma das terminologias utilizadas no mercado para denominar a construção em gesso. Trata-se de um processo industrializado na construção civil onde, a execução no canteiro de obra pouco ou quase nada utiliza de água, dando esta conotação de construção seca. Associa-se ao processo também o fato do canteiro ser mais limpo, com ausência da sujeira característica dos processos tradicionais, com muito barro, argamassa e entulho.
Drywall é o sistema para cosntrução de paredes, forros e revestimentos mais utilizado na Europa e nos Estados Unidos. Por fora, parece uma parede de alvenaria. Por dentro, drywall é um show de tecnologia: combina estruturas de aço galvanizado com placas de gesso de alta resistência mecânica e acústica, produzidas com rigoroso padrão de qualidade.
As vantagens para o construtor e/ou empreendedor devem ser analisadas sempre comparando o sistema com a alvenaria ou alternativas menos industrializadas. Apresentam:osta
-Redução do volume de material transportado, vertical e horizontalmente, na obra;
-Facilidade nas instalações hidráulicas e elétricas, evitando quebras em função dos vazios;
-Mínimo de desperdício e retrabalho;
-Flexibilidade nos lay outs;
-Economia com a mão de obra;
-Menor espessura de paredes e ganhos de área útil;
-Redução do peso da construção, tornando-a mais leve podendo ser otimizado os projetos estruturais;
-Redução do cronograma e dos custos financeiros da obra.
As vantagens para consumidor final são:
-Possibilidade de reformas em poucas horas, sem movimentação de grandes volumes de materiais e mão de obra;
-Facilidade de manutenção nas instalações hidráulicas, elétricas e de repintura;
-Melhor desempenho acústico quando comparado com os sistemas tradicionais;
-Soluções para fixação de qualquer tipo de objeto nas paredes e forros.
O sistema pode ser utilizado em obras novas ou reformas e em qualquer tipo de uso: residencial, comercial, industrial, etc sempre em áreas internas.
A tecnologia do sistema permite o uso em:
Paredes: na substituição aos sistemas tradicionais como diversos tipos de alvenaria – tijolo comum, bloco de concreto, etc.
Forros: substituindo diversos materiais ou processos menos industrializados.
Revestimentos: como uma alternativa adicional para acabamentos de paredes brutas com possibilidades complementares.
Sim.Além de todas as vantagens do sistema, a espessura das paredes em drywall é menor que a das paredes de alvenaria, ampliando a área útil do ambiente. E a mesma flexibilidade que você desfrutará em sua casa pode ser transferida para o futuro comprador do imóvel, garantindo mais liquidez ao investimento.
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